Queridos jornalistas:
Sou um simples sacerdote católico. E sinto-me feliz e orgulhoso da minha vocação. Há vinte anos que vivo em Angola como missionário.
Dá-me grande dor pelo profundo mal que pessoas que deveriam ser sinais do amor de Deus, sejam um punhal na vida de inocentes. Não há palavra que justifique tais actos. Não há dúvida que a Igreja não pode estar senão do lado dos mais débeis e indefesos.
Portanto todas as medidas que sejam tomadas para protecção e prevenção da dignidade das crianças serão sempre uma prioridade absoluta.
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Chegou-me às mãos um pequeno livro autobiográfico onde a Irmã Raquel Silva de Vila de Conde conta a história da sua vocação. Nesse livro, lançado em Novembro passado, ela perpassa todo o seu percurso de vida, desde menina adolescente avessa à religião, até jovem adulta que encontrou a felicidade num Mosteiro de Clausura. Uma escolha “radical” que nem todos entendem ou aceitam.





